quarta-feira, 9 de novembro de 2011

EDUCAR...

  Num planeta cada vez mais urbanizado, a cultura jovem tornou-se referencial das mudanças sociais. As diferentes formas culturais e de estilos de vida concentrados na música, no lazer e no consumismo dão uma nova dimensão à geração dos nossos filhos.

  Todo conflito entre gerações é visto como um fenômeno natural, onde pais e filhos precisam fazer suas auto avaliações diariamente, revendo conceitos, posições e olhando o mundo sob novo prisma. É óbvio que isto tudo não é fácil para ninguém...

   Se para os pais e educadores alterar o foco da sua ótica diante da vida é difícil, para o adolescente e o jovem que ainda não vivenciou experiências, tudo é muito mais distante da sua realidade.

   Cabe ao adulto ter a clareza da sua responsabilidade ao lidar com situações conflitantes, onde os valores e o bom senso mostrarão que os caminhos do respeito, do exemplo e dos limites são os únicos capazes de mudar qualquer realidade, em qualquer sociedade.


quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Imagens em 3D prejudicam?

31/08/2011 - 16h41min

Você já viu algum filme em terceira dimensão, o 3D? Nesses filmes, as imagens ficam pertinho da gente é como se a gente "entrasse" no filme e fizesse parte dele. Parece bem legal, né? Mas uma pesquisa, que saiu esta semana, alerta para possíveis danos à visão das crianças.
De acordo com a pesquisa, divulgada pela empresa de jogos, Nitendo, crianças menores de seis anos não devem utilizar jogos em terceira dimensão. É que  a visão dos pequenos nessa idade ainda está em desenvolvimento e o jogo em 3D poderia causar prejuízos na visão dos pequenos.
Para a oftalmopediatra (médica especialista em problemas da visão de crianças), Maria José Carrari, o mal estar relatado por pessoas que saíram de uma produção em 3D pode ser motivo de algum problema de visão que precisa ser investigado. Mas mesmo pessoas que apresentam uma visão normal podem ter dificuldades para assistir a produções em 3D, em parte porque não é possível, no mundo real, focar a profundidade dos objetos, como é nos filmes. A adaptação ao uso dos óculos 3D também pode causar algum desconforto, mas para a maioria das pessoas esta sensação é temporária.
“Portanto, é preciso reforçar que uma dor de cabeça forte, de longa duração ou a incapacidade de perceber as imagens em 3D do filme podem indicar um problema ocular. Estes sintomas podem ser uma bandeira vermelha”, informa a oftalmopediatra.
Fonte:Bagarai Games

Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura Plenarinho - Câmara dos Deputados.

31/08/2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Conhecer mais...

Navegue por essas sugestões e descubra um universo de informações sobre biodiversidade, a devastação de florestas e a extinção de espécies no planeta:

Biblioteca Digital da Universidade Livre da Mata Atlântica: http://www.worldwatch.org.br/

Convenção sobre Biodiversidade Biológica: http://www.cdb.gov.br/

Conteúdo da página do Ministério do Meio Ambiente dedicada à biodiversidade: www.mma.gov.br/biodiversidade.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

FÉRIAS

As férias estão chegando, vão de 18 a 29 de julho.

Vem aí o merecido descanso para a garotada, suas famílias e para a equipe pedagógica que trabalhou muito buscando fazer o melhor, à cada dia.

Mas não se esqueçam, com o início do segundo semestre chegam também as avaliações trimestrais:

Para os alunos do 6º ao 9º ano do Ensino  Fundamental e do Ensino Médio serão de 08 a 12 de agosto;

 Para os alunos do 2º ao 5º ano do Ensino Fundamental serão de 12 a 22 de agosto.

Estudar lendo muito e fazendo exercícios é a dica para bons resultados!  

Aproveitem bem as férias e venham com toda energia para novas experiências e aprendizagens.

DIP  
            

quinta-feira, 7 de julho de 2011

REFLEXÃO

"Aprendi que não se pode exigir o amor de ninguém. Podemos, apenas, dar boas razões para que as pessoas gostem da gente. E ter paciência para que a vida faça o resto!"
Quantas vezes cobramos da vida, cobramos do nosso semelhante atitudes que nos faltam?
O segredo está no constante auto conhecimento, na busca do equilíbrio e no olhar o próximo com os olhos que gostaríamos de ser vistos...

terça-feira, 5 de julho de 2011

XVI Olimpíada do CEB

 Na manhã do sábado, dia 09 de julho alunos, educadores e familiares terão momentos especiais no desfile das equipes da XVI Olimpíada do CEB.
 A parceria das famílias participando e estimulando o espírito esportivo dos alunos é fundamental para a valorização da criança, do adolescente e do jovem.
  O esporte prepara o ser humano para sua vida social, de forma mais objetiva, através das experiências de respeito ao próximo, adquiridas com as  regras da convivência esportiva.
  
 Contamos com a presença de todos!  

quarta-feira, 8 de junho de 2011

TABLETS - VOCÊ SABIA?


Ficheiro:Toshiba Portege 3500 Tablet PC.JPG
Os tablets chegaram para valer e ao que tudo indica vão estar na vida de todos.
O que é?

     Um tablet PC ou simplesmente tablet é um dispositivo pessoal em formato de prancheta que pode ser usado para acesso à Internet, organização pessoal, visualização de fotos, vídeos, leitura de livros, jornais e revistas e para entretenimento com jogos 3D. Apresenta uma tela touchscreen que é o dispositivo de entrada principal. A ponta dos dedos ou uma caneta aciona suas funcionalidades. É um novo conceito: não deve ser igualado a um computador completo ou um smartphone, embora possua diversas funcionalidades dos dois.

Emoções

                  O papel das emoções na construção do conhecimento e no desenvolvimento humano. 

   O ser humano é essencialmente social e nessas relações acontecem trocas que vão direcionando e construindo esse universo. Começam na família as primeiras noções de troca e conhecimento dos limites na relação com o outro.
Em sequência na escola se inicia um processo que ampliará esses laços apreendidos junto da família. O espaço, as ações, as reações, as concessões, os valores e consequentemente a emoções vão permear a construção do conhecimento e o desenvolvimento humano.
   Saber construir relações sociais com equilíbrio demanda bom senso. Saber ouvir, saber falar e saber respeitar as diferenças de visão de mundo, de padrões culturais e de individualidades é indispensável para uma inserção social saudável e de sucesso, e aí estão as emoções.
  A criança, o jovem e o adolescente diariamente estão sujeitos a avalanches de novas situações, quando vão aprendendo a administrar as suas emoções, ao compartilhar experiências com o seu semelhante. Nesse contexto a família em parceria com a escola tem a responsabilidade de orientar mostrando a importância de olhar o próximo e respeitá-lo com suas diferenças.
  Aos adultos e educadores não cabe julgar, e sim orientar filhos e alunos mostrando que pessoas são diferentes, nem melhores nem piores; porque os conceitos de certo ou errado, de melhor ou pior depende de cada um de nós e da nossa história de vida. 
Somos diferentes e é isso que nos torna tão especiais!  

Maria de Lourdes Gomes-Pp

GERAÇÂO Y

Os jovens de hoje são chamados de geração y. São os “nativos digitais” enquanto seus pais são “migrantes digitais”. Há algumas razões históricas para que sejam chamados assim, mas não vou abordar essas questões. Quero trazer outras reflexões que possam ser úteis para entender essa turma e também ajudá-los.
Conectados ao mundo pelas novas tecnologias, eles se sentem muito à vontade com internet, blogs, twitter, Orkut, Facebook, celulares, youtube, mensagens de texto e tantos outros meios de “comunicação”.
A violência, a insegurança, medo das drogas e o medo de que as crianças “se perdessem no mau caminho” fizeram com que a grande maioria dos pais criasse seus filhos presos atrás dos muros dos condomínios ou das paredes dos apartamentos.
A grande necessidade de conversar, fazer amigos, ouvir músicas juntos ou de apenas manter contato estava represada, suprimida, abafada por essas modernas prisões que se construíram em nome de manter vivos os filhos. A vontade de fugir e ser feliz andando por aí “sem lenço e sem documento” não podia acontecer. Até que a tecnologia trouxe as soluções.
A velocidade com que esses jovens aprenderam a usar a tecnologia e a se comunicar, trouxe novas formas de lidar não somente com as informações, mas com o mundo. A geração y tem uma forma diferente de lidar com chefes nas empresas. Ela respeita o chefe que tem conhecimento e que se dispõe a ensiná-la. Respeitar apenas porque o chefe é chefe é para a geração passada.
Esses jovens querem aprender, querem novos desafios, querem ensinar o que aprenderam. Se a empresa não abre esse espaço, procuram outro lugar. Fazem o mesmo com as relações pessoais.
Quem não se lembra de falas de pessoas idosas dizendo: “fiquei casado todo esse tempo por causa de nossos filhos”; “não me divorciei em nome da imagem que eu tinha”; “suportei ficar com ele porque eu não tinha outra opção na vida”; “uma mulher divorciada era mal vista, por isso continuei com ele...”; “não a larguei porque meus pais ficariam arrasados”... e outras razões frágeis, mas que hipocritamente justificavam a continuidade da relação. E nossos jovens “y”? Eles casam por amor e só permanecem por amor. Talvez por isso o número de divórcios tenha aumentado. A hipocrisia diminuiu. No entanto, há outras coisas que precisam ser ditas.
Primeiramente, não acredito que eles estejam “mais conectados” ao mundo e aos amigos. Que profundidade há num recado escrito de 140 caracteres? Obviamente muito se pode dizer em poucas palavras, mas uma amizade profunda precisa de muito mais. É necessário investimento de tempo, dedicação, compreensão, cumplicidade e perdão. No caso deles, é mais fácil desconectar alguém que esteja “pegando no pé” do que discutir e chegar a um acordo. É mais fácil “ficar”, ter intimidade por um tempo pequeno e depois “cair fora” do que manter um relacionamento íntimo em que os conflitos possam ser expostos e o perdão seja praticado.
É artificial criar um “perfil” num site de relacionamentos mostrando apenas o que se decidiu mostrar. Amizades reais requerem exposição de todas as nossas características, não apenas as que são escolhidas para serem declaradas. O número de amigos aumentou, há jovens com amigos no mundo todo, mas são mantidos na superfície.
A busca incessante pelo prazer e realização pessoal torna as pessoas muito “umbigocentradas” e a solidariedade humana, a compreensão e o não-preconceito não encontram espaço. Os valores da geração y são fortes, mas as ações reais podem estar distantes de serem realizadas.
O que podemos fazer, nós, os da geração anterior? Creio que, primeiramente, cuidar para não criar mitos. Não podemos deixar na mão deles a transformação do mundo, pois eles também precisam de apoio, compreensão, críticas, frustrações e muita experiência de vida para decidir o que pode ser melhor para as próximas gerações. Não se fazem mudanças significativas sem respeitar as gerações que ainda estão aqui e as que estão vindo.
Esses jovens são tão carentes como nós somos, ou como nós fomos. Foram mais superprotegidos que nós, mas assim como isso traz fragilidade emocional, traz também um posicionamento diferente perante a vida: não aceitam a submissão nem a subserviência. Não aceitam ordens sem sentido. Não aceitam chefes incompetentes. Talvez seja essa sua maior vantagem. A competência terá que assumir o lugar. Vamos sonhar com as próximas eleições, principalmente com urnas repletas de votos em competentes e não nas promessas vazias de pessoas que dizem que vão fazer durante o mandato o que nunca fizeram antes de entrar na política.
A geração y já está trazendo mudanças. Precisamos estar abertos a elas, mas conscientes de que nem todas serão boas. É preciso alertar os jovens continuamente para que aprendam a suportar frustrações e acreditar na persistência. Sem isso, dificilmente serão felizes. A vida não é só prazer.
Por outro lado, a vida pode trazer muito mais do que nós, os da geração anterior conquistamos. Além disso, nem todos os jovens de hoje são assim, “conectados” ou “superficiais” em suas relações. No entanto, compreender como os y funcionam, nos permite compreender boa parte dos jovens entre 20 e 30 anos. Queridos “y”, estamos aqui. Contem com nossa ajuda. Deixem-nos aprender com vocês.  E ouçam a gente com o coração, pois sonhamos com o seu sucesso.

MARCOS MEIER é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.
Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br e seus livros no site www.kapok.com.br

quinta-feira, 24 de março de 2011

"A Hora do Planeta"

   Nosso planeta precisa de nossa ajuda para continuar existindo.
   Precisamos cuidar dele, nossa verdadeira casa.
   Vamos contribuir com a preservação do planeta Terra, aderindo a campanha  "A hora do Planeta 2011".
O CEB e todos os seus colaboradores, através do projeto PreservaCEB convidam você e sua família a participar desta ação.
Participe! "
dia 26 de março, Hora do Planeta! Nós vamos participar, e você?
    

terça-feira, 22 de março de 2011

ANIVERSÁRIO DE TRINTA E UM ANOS DO CEB

COLÉGIO CEB

O CEB iniciou suas atividades há 31 anos.

No dia 23 de março de 1980 começou um projeto educacional, e como Paulo Freire fala em seu poema:

Não se trata só de prédio, sala, quadro,
Programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente.
Gente que trabalha, que estuda.
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.”

                                           Paulo Freire
                                                                                                           


 Exiba IMG_0161.JPG na apresentação de slides

Parabéns a todos que sonharam, idealizaram e construíram a história do Colégio CEB ao longo desses trinta e um anos!

terça-feira, 15 de março de 2011

Projeto Acolhimento

   O projeto Acolhimento nasceu da necessidade de conhecer os novos alunos de forma mais profunda, acolhendo-os e às suas respectivas famílias.
   Com o conhecimento das qualidades e as necessidades pedagógicas específicas de cada aluno torna-se mais fácil fazer a sua inserção social, uma das grandes dificuldades registradas no meio educacional.
  
  "Gostaria de dar as boas vindas a todos os novos alunos e às suas famílias, esperando que encontrem aqui o melhor espaço de educação, respeito, solidariedade, comprometimento e parceria."

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Novo ano - Novas Perspectivas

                                      E agora? 

 O início de um novo ano sugere mudanças e muitas expectativas positivas.
 É extremamente importante focar em novas metas, buscar novas fontes de conhecimento e se estabelecer propostas cada vez mais desafiadoras e construtivas.
  A zona de conforto não traz crescimento bio-psico-social, apenas estagnação. Devemos ter sempre algum ou alguns novos projetos para serem desenvolvidos.

   É isso aí !

  Se programe e coloque em prática aquelas suas idéias para 2011 !